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Revistas já apostam em inovação digital na circulação paga e audiência total

Um novo produto para uma mídia cada vez mais livre

Trazemos para o mercado editorial brasileiro não mais um aplicativo, mas uma nova experiência de leitura de revista
O leitor vai ler uma revista do mesmo jeito que ele lia no papel, mas agora no smartphone, no desktop, no laptop e no IPad.
Revista Continente
É a soma entre o novo e o tradicional

As revistas INFO (Ed. Abril) e Terra da Gente (Ed. Terra da Gente) já não circulam nas versões impressas para se dedicarem à produção de conteúdo para as plataformas digitais.

Para Katia Militello, diretora de redação da INFO e do portal Exame.com, a migração da revista para o digital é um caminho natural e muito promissor. “Fomos a primeira revista da Editora Abril a chegar ao smartphone e a primeira a atualizar o conteúdo da edição do mês nos tablets. O digital é um caminho cheio de possibilidades”, afirmou Militello, em comunicado divulgado pela Editora Abril.

“Quando a gente fala de retomar é retomar a experiência, a experiência de leitura. Por que revista é algo diferente de um site. Quando você acessa um portal a matéria está lá mais com cara de jornal diário. Ela não está preocupada com a edição gráfica, ou com a posição da imagem, as relações imagéticas… E revista sempre foi isso. Obviamente vai ser diferente do papel, isso é transposto para o digital, vai ter vídeo, áudio, podcasts… A gente vai brincar com a leitura, o leitor vai ter uma experiência de revista nesse sentido, mas superando as limitações que o papel implicava”, completou Rovai.

Ao abrir o aplicativo da revista em uma tela chamada “Banca”, o leitor poderá escolher pela capa, a edição que deseja ler. Ao clicar, um sumário tradicional de revistas é aberto com as matérias e, ao entrar nas matérias, o leitor encontra um conteúdo diagramado e organizado como no papel mas aliado a tecnologias permitidas pelo mundo digital, como vídeos, podcasts, infográficos animados, galerias de fotos etc. Tudo isso instalado em seu dispositivo. 

“O que fazemos de melhor é produzir conteúdo de qualidade, que não é uma commodity. E parte desse conteúdo consegue ser monetizado. Os eventos também não deixam de ser conteúdo, e as editoras estão usando sua expertise para criá-los”, disse Frederic Kachar, presidente da Aner e diretor-geral da Editora Globo e da Infoglobo, destacando a importância que os celulares ganharam no acesso ao conteúdo. 

“É uma revolução positiva (a digital), um exercício de renovação”, disse Astuto, lembrando que a revista Vogue, por exemplo, já tem 1,1 milhão de seguidores no Instagram.
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